GAR 2004
  Gustafsson dirige Otello de Verdi   [29.2.2004]
        Joachim Gustafsson, o violinista dos Isildurs Bane, encontra-se desde o início de Janeiro a dirigir com enorme êxito a ópera Othelo de Giuseppe Verdi na Royal Opera de Estocolmo.
        As representações desta obra-prima do verismo italiano prolongar-se-ão até 21 de Abril, precisamente até à antevéspera da partida para Gouveia do distinto maestro diplomado em Viena e do resto da banda sueca.
  Periferia del Mondo, a Fusão no Gouveia Art Rock   [24.2.2004]
        Formação italiana surgida em Roma, por volta de 1997, os Periferia del Mondo são compostos pelo saxofonista e cantor Alessandro Papotto, mentor do projecto, pelo baixista Claudio Braico, pelo guitarrista Max G.B. Tommasi, pelo baterista Tony Zito e pelo pianista Bruno Vegliante.

        A sua base musical inspira-se nas bandas clássicas do progressivo italiano, como os Area, Arti & Mestieri, Banco del Mutuo Soccorso, ou não fosse Alessandro Papotto também membro deste famoso grupo onde toca sopros, e Balleto di Bronzo, entre outras, fundindo bem o progressivo sinfónico de umas com o jazz-rock de outras.
      O seu primeiro álbum, In Ogni Luogo, In Ogni Tempo, foi editado em 2000 pela editora Akarma, tendo nele participado Francesco Di Giacomo e Rodolfo Maltese dos Banco del Mutuo Soccorso. Em 2002, a mesma editora publicou o segundo trabalho discográfico da banda, Un Milioni di Voci, o qual se revelou musicalmente muito mais maduro do que o anterior, facto que não passou despercebido à crítica da especialidade, a qual logo qualificou a Periferia del Mondo como a digna sucessora das bandas clássicas italianas de outrora. E, à semelhança do primeiro, também este álbum teve particapções de peso, como Mauro Pagani (ex-PFM), Vittorio Nocenzi (Banco), Alessandro Corsi
(Balletto di Bronzo) e Luca Sapio (Area).

  Entrevista Exclusiva com os Forgotten Suns   [18.2.2004]
      Lynx e Ricardo Falcão, vocalista e guitarrista dos Forgottens Suns revelam as suas espectativas para a edição deste ano do Gouveia Art Rock e falam do seu próximo álbum, bem como do seu percurso musical, numa entrevista exclusiva a este portal conduzida por Luís Loureiro (Portugal Progressivo - Associação Cultural).

  Forgotten Suns, a Representação Portuguesa   [17.2.2004]
      Na edição deste ano do Gouveia Art Rock, a representação portuguesa estará a cargo dos Forgottens Suns. Esta banda de neo-progressivo lisboeta, agora composta por Lynx, J. C. Samora, Ricardo Falcão e Johnny, aproveitará o festival para tocar pela primeira vez ao vivo o seu novo álbum Snooze, o qual aguarda lançamento para muito breve.

Isildurs Bane
  Isildurs Bane Encerram Festival   [8.2.2004]
      Uma das mais prestigiadas bandas do progressivo mundial, os suecos Isildurs Bane, confirmou já a sua presença no Gouveia Art Rock 2004. Matts Johannson, teclista e principal compositor do grupo, virá acompanhado de mais seis músicos para apresentar ao público português MIND Vol. IV: Pass, o seu mais recente trabalho discográfico (foi lançado no Outono passado), naquele que será o último concerto do festival deste ano.
Isildurs Bane
      Pela primeira vez desde 1983, os Isildurs Bane (nome inspirado na obra de Tolkien) gravaram um álbum com vozes e letras. O CD é caracterizado por melodias fortes, por sons experimentais de sintetizadores e por tratamentos sonoros elaborados. Mind Vol. 4: Pass nasceu em 1999 a partir de uma colaboração entre os Isildurs Bane e o escritor/artista Bernt Daniel. A ideia original era baptizar o projecto como Screenplay e incorporar a música, textos e arte. Após terem andado em tournée pela América do Norte e Europa em 2002 com algum deste material, o projecto Screenplay acabou na prateleira. Após o desenlace de Screenplay os Isildurs Bane voltaram à estaca zero. A música foi composta novamente e rearranjada, novas letras foram escritas; uma abordagem diferente para a composição dos temas era a ordem do dia. Uma parte crucial da responsabilidade nesta nova abordagem coube ao produtor/engenheiro de som/músico Mats Persson, que ajudou a banda a dar forma ao som de Mind Vol. 4: Pass e a trabalhar as vozes, acção que efectivamente tornou este álbum muito mais nítido e penetrante, caso não estivesse envolvido.
      Desde a sua formação em 1976, esta banda já editou 10 álbuns e colaborou com solistas, conjuntos de música de câmara e orquestras. Na sua bagagem trazem recordações de 20 anos de concertos e festivais, sendo unanimemente consideradas uma das mais interessantes bandas do género. Os Isildurs Bane praticam uma música muito elaborada, apelidada por alguns de música rock de câmara ou neo-clássica. A utilização de violino, vibrafone, marimba e percussão variada, em complemento dos instrumentos usuais numa banda de rock progressivo diversifica o espectro sonoro desta banda, imputando uma riqueza rara.
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